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  • jonathan martins

O problema de acumular lixo


É inadmissível que alguém, hoje em dia, ainda, acredite que pequenos atos impensados, como jogar uma embalagem, pacote ou pedaço de papel, na rua, pode passar imune de consequências posteriores. OS riscos causados pelo acúmulo indevido de lixo, mesmo que em pequenas proporções, pode gerar uma série de agravantes para a sociedade.

A partir disso, desenvolvesse doenças, pragas urbanas, catástrofes e consequências muito maiores.

O acúmulo de lixo pode servir como abrigo ideal para animais e insetos vetores de doenças, como a leptospirose, peste bubônica e tifo murino, comumente, transmitida pelos roedores, febre tifóide e cólera, causadas pelas baratas e as várias doenças transmitidas por moscas e mosquitos, como a dengue, a febre amarela e a malária, por exemplo. Além disso, enchentes, emissão de gases tóxicos, aparição de chorume e contaminação do solo, também, podem ser consequências do descarte e acúmulo indevido de lixo, nas ruas.

A razão para esse comportamento? Não há uma única, mas podemos entendê-lo como uma soma de descaso público e falta de educação, pura e simplesmente. O descaso público se verifica na pouca oferta de lixeiras pelas cidades brasileiras, mesmo nos menores municípios.

A falta de educação, contudo, alcança níveis mais extensos. Desde o senso distorcido, que faz com que muitas pessoas despejem lixo, nas ruas, como se estivessem avistando um depósito, na sua frente, até o vandalismo exacerbado, dos que, não contente com o pouco número de lixeiras disponíveis, acabam com as que ainda resistem, arrancando-as e as danificando, de todas as maneiras possíveis. Isso porque a população, no geral, carece de maiores cuidados, quanto a educação ambiental, seja nos lares ou nas escolas. Programas do governos se mostram muito tímidos para atingirem o efeito que seria necessário, a fim de mudar esse comportamento.

O que já é ruim, pode ficar muito pior, em tempos de chuva. Mais perigos tendem a surgir, com o acúmulo de lixo em locais inadequados, como margens de córregos, terrenos baldios e ruas. Isso contribui, de forma direta, com o aparecimento das enchentes, entupindo bocas de lobo e galerias de água fluvial.

Por mais que o poder público tenha culpa em toda essa situação, somos nós que produzimos a maior quantidade de lixo e de problemas que atingem as cidades brasileiras, principalmente, no verão. Portanto, grande parte dos cuidados que acabem ou, no mínimo, amenizem essas consequências evem partir de nós mesmos, como a grande quantidade de lixo domiciliar que, ao invés de ser descartada, incorretamente, pode ser transformada em matéria-prima para a produção de novos produtos.

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